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Paralisado,
Mas não estou fixado.
Drummond, Barros, Lispector e...
Seres quem com as mãos me tiram o chão.
Mas ainda é vão.
Abre-se o vão,
D'onde não aprendi a fixar.
Não tenho asas,
Mas fico a flutuar,
Bravo!
No vão,
Que com minhas mãos também cavo.
buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.
sábado, 3 de fevereiro de 2007
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