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É insignificante, mas queima,
É ultrajante, mas tem glamour,
É fulgaz, mas é vida.
Queremos mostrar o desprezo para com ela,
Queremos nos matar,
Nos mostrar.
Enfim, ser.
Quero morrer,
mas já estou,
Quero viver,
Como breve brasa.
Até a ultima cinza,
Queima,
O cadáver de existir.
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buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
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Um comentário:
as vezes tbm quero morrer,
acho que já estou,
sinto uma necessidade de fugir pra algum lugar que nao sei se existe...
sei lá!
gosto dos seus poemas, pq me identifico um pouco neles (:
beijos!
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