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Leia... Leia!
O homem que trabalha, que minimamente ganha a vida, que leia!
Leia em casa, no ônibus, no metrô.
Leia naquela hora que os meios de comunicação devoram contando casos de polícia, bobagens incoerentes, mexericos e fatos muito menores, cuja confusão e abundância parecem feitas para aturdir e simplificar grosseiramente os espíritos.
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Paul Valéry .
buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.
quinta-feira, 15 de março de 2007
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