buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.

sábado, 2 de junho de 2007

À

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Perfeição são as peças encaixadas na mesa do bar.
A conversa despretenciosa de mudar o mundo.
Ninguém reparará na retórica.

Amigos tão puros ao ponto de sujar
Em abraços sangrentos,
Terrosos.

Sendo o texto o retrato do meu pensar,
Ninguém reparará essa falta de pontuar.

Eu sou por não ter vírgulas,
Travessões,
Nem pontos finais.

Ah! Que fácil seria se todo A fosse craseado.
É tudo tão tapado!
Mas como não, se esse é o fardo.

Assim jogado:
Ah! Que fácil seria se todo A fosse craseado.
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Mais um com participação alcoolizada de Marielli e Basei.