buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Amarelinha

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O meu cartola já se sujou,
Sob minhas unhas permanece o branco encardido.
A-prender!?
Soltar!?

Não espere certezas
d'onde as virtudes são questionáveis!

O cartola esbranquiçou!
O olho já se esqueceu de fechar;
E todos os músculos ainda se contraem.

Quanto vale um sorriso?
Quanto vale uma chuva que nao molha?
Que pelo menos ela apague essa vida,
que é uma amarelinha onde há giz em
todos os quadrados lineares em que piso.

E essa amarelinha,
que pulei ao contrário,
só me ensinou que o inferno
é um ranho de subjetividade!

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2 comentários:

Unknown disse...

Eis que meu poeta predileto continua virtuoso!
bjokas irmão.

João disse...

"ranho de subjectividade" é plágio ao Pessoa