buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

De cabeça

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Buscando as asas e esquecendo do chão ,
Tudo cabe na palma da mão,
O copo se levanta depois do trago,
E tudo vêm num gole mágico.

Quando apareceste, tudo ficou estático,
Té parece que minhas asas eram de plástico.

Peguei- me com os pés no chão,
Fitando-te como um pagão,
No paraíso onde todos voam ao solo,
Assim, com a alma suspensa.

Pois quando em teu colo,
o chão é o que se apresenta.
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mais uma das mesas de buteco com amigos de longe.