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nessas ruas de esquinas anônimas me deixo em virtudes,
entendo e esqueço cada passo,
desço nos becos,
jogo pela coerência involuntária e não querida.
Exploro os espaços.
Eles me exploram,
na troca amorosa de muambas quaisquer.
Mas no caminho vou me desmembrando, no sufoco,
Enchendo pra esvaziar, correndo pro meio,
voltando sempre um pouco mais oco, oco, oco..
Disso eu to cheio!
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buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
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