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abramos nossas bocas e nos calemos.
abramos a porta e saiamos para dentro.
abramos nossas cabeças e criemos preconceitos.
abramos nossas pernas e nos abracemos.
Vamos, Virgens!
abrai as pernas.
Vamos, virgens!
abrai as pernas!
de que adianta viver sem conhecer o que essa porra reproduz.
deixem o legado da sua existência correr pelo mundo.
abram os ventos,
abram os comércios,
abram os conventos e
abram as pernas dessas depravadas virgens de aberturas.
abram os pulmões,
abram os bares e bordéis,
abram as cortinas,
abram o coração e percebam o gozo escorrer.
aproveitem e abram essas pernas
para preencherem esses buracos dos teus seios cancrosos.
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buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.
quinta-feira, 13 de março de 2008
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