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suando letras,
chorando textos.
assim vamos criando nosso mundo,
inventando nossos templos,
transformando em um segundo:
bordéis em conventos,
infernos em céus.
correndo contra o tempo,
até o próximo papel,
que seguirá com o vento.
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buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.
sábado, 4 de outubro de 2008
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Um comentário:
belo texto, querido
ainda que eu prefira transformar conventos em bordéis.
foi um prazer conhecê-lo nos embalos de sexta à noite.
abraços
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