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essa maldita coerência que teimo em respeitar,
me mata, me sufoca, me fecha à ponto de me tornar incoscientemente,
demasiadamente aberto e flexível,
sendo assim o mais incoerente perante a mim, a consciência.
e esse outro que me sabota, não incomoda.
eu o aceito como extensão do meu ente ser,
que em essência é mais uma parte desse universo,
tão necessária e tão vulnerável como o eu verdadeiro,
que deixei como coadjuvante desse filme sem ensaios,
que é a vida.
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buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
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