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sou usuário de poesia
e dependente de amor.
o oceano se afoga no meu peito,
e eu asfixio, grito e chio,
e sei que desse jeito,
no próximo inverno não fará tanto frio,
e todos os seios nascerão menos baldios.
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buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
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