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A vantagem desses escritores em relação aos demais é que escreviam os remédios, não a dor. Esses anestésicos, apesar de amenizar a dor, vão apenas inibir por instantes esse vírus perpétuo que causa a enxaqueca eterna da ignorância humana.
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buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Amarelinha
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O meu cartola já se sujou,
Sob minhas unhas permanece o branco encardido.
A-prender!?
Soltar!?
Não espere certezas
d'onde as virtudes são questionáveis!
O cartola esbranquiçou!
O olho já se esqueceu de fechar;
E todos os músculos ainda se contraem.
Quanto vale um sorriso?
Quanto vale uma chuva que nao molha?
Que pelo menos ela apague essa vida,
que é uma amarelinha onde há giz em
todos os quadrados lineares em que piso.
E essa amarelinha,
que pulei ao contrário,
só me ensinou que o inferno
é um ranho de subjetividade!
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O meu cartola já se sujou,
Sob minhas unhas permanece o branco encardido.
A-prender!?
Soltar!?
Não espere certezas
d'onde as virtudes são questionáveis!
O cartola esbranquiçou!
O olho já se esqueceu de fechar;
E todos os músculos ainda se contraem.
Quanto vale um sorriso?
Quanto vale uma chuva que nao molha?
Que pelo menos ela apague essa vida,
que é uma amarelinha onde há giz em
todos os quadrados lineares em que piso.
E essa amarelinha,
que pulei ao contrário,
só me ensinou que o inferno
é um ranho de subjetividade!
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