buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

lamento pessimista

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quando criança o dia era de esperança
quando jovem o dia era quente,
quando adulto largou tudo, foi com tudo,
foi pro mundo, escolheu a solidão,
se juntou a multidão perdida no salão.
solitárias acompanhadas de volúpias guardadas.
ensinaram canções aos postes,
cantando em uma só voz refrões rocos,
letras perdidas num mundo mágico de Oz,
rastejando no deserto de santos ocos.
foi quando viu pegadas pela ilha;
nadou, boiou, se afogou, nadou,
morreu na praia, como estas linhas.
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