buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Coisas de Platão

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Quando saio do trabalho pela manhã,
uma moça morena sempre me espera na recepção.
Me apaixono a cada tchau.
No metrô me apaixono algumas vezes.
Chegando em casa, naquela mesma loja,
a mesma mulher, limpando o mesmo chão.
Essa eu já cansei de me apaixonar.
Nos botecos, milhares de vezes.
Amo a todas,
Mas amo em segredo.
Espero que elas nunca saibam.
Espero nunca cansar de amar.
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4 comentários:

Unknown disse...

Esse rapaz que aqui apresenta seus vomitos literarios, poesias malucas cheias de sentido e ao mesmo tempo sem a menor pretencao de serem as verdades de ninguem.
Esse rapaz que sente e transcreve em loucas construcoes poeticas coisas que estao ao nosso redor e que muitos nao conseguem enxergar.
Esse rapaz embreagado de tanta sobriedade. Ou seria o contario? Ou seria tudo isso e muito mais?
Dificil. Muito dificil limitar essa pessoa que vive em todas as direcoes. Esse menino homem que me ensina tanto, mesmo sem querer.
Continue escrevendo e encantando o mundo com esas ideias revolucionarias e sensatas que confundem quem eh fraco de espirito mas que aquecem a alma de quem tem um minimo de entendimento sobre a alma humana.
Te amo Tata
pra essa e pra mtas outras vidas
Lucas

Vitor Rebello disse...

lindo poema!

me apaixono infinitas vezes tbm!

dunha disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Unknown disse...

esta é das mais lindas poesias que já li na vida...
bjo tata