buscando apresentar as futilidades e vanidades que passam por baixo de nossas peles sujas de oxigênio.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Saudoso presente.

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Façamos de hoje,
O ontem mais próximo.
Esperançoso conformismo.

Hoje me encherei pra esvaziar,
Como antes fora,
Em tempos que os olhos ainda brilhavam.

Pois de hoje em diante,
Cegarei-me,
Apenas tateando o que vier.

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4 comentários:

Unknown disse...

carpe diem =D

Tarcísio Piucco disse...

por incrível que pareça esse poema é a negação do "carpe diem".
mas entendam como quiser.

Unknown disse...

"Pois de hoje em diante,
Cegarei-me,
Apenas tateando o que vier."

eu entendi isso como:
não vou olhar tão longe, sei lá.. vou aproveitar o que vier...
entendi errado então.

Unknown disse...

Tô aqui só pra dizer que não sumi...
bjo muleke